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Amor por Juazeiro une trajetórias de Carlos Neiva, Marcos Carvalho e Jaime Badeca

  • Foto do escritor: Marcelo Damasceno
    Marcelo Damasceno
  • 8 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura
Artigo de opinião destaca histórias de dedicação à cidade e propõe renovação do sentimento coletivo por Juazeiro
Artigo de opinião destaca histórias de dedicação à cidade e propõe renovação do sentimento coletivo por Juazeiro

Por Marcelo Damasceno | JUAZEIRO – BA


No primeiro episódio da série reflexiva "Juazeiro: Amá-la ou não, eis a questão!", o advogado Jaime Badeca narra um encontro inspirador com dois amigos que compartilham um sentimento em comum: o amor incondicional por Juazeiro. Ao lado de Carlos Neiva e Marcos Carvalho, o articulista destaca três trajetórias distintas que se cruzam na vontade de contribuir com o desenvolvimento da cidade baiana.


Carlos Neiva, reconhecido por seu protagonismo público e privado, esteve à frente de importantes conquistas estruturantes durante sua atuação na prefeitura e no setor empresarial. Dentre os marcos de sua gestão e influência, destacam-se a chegada do Juá Garden Shopping, Assaí Atacadista, GBarbosa, Casas Bahia e a Faculdade de Medicina Estácio de Sá.


Esses empreendimentos foram fruto de uma política ousada de atração de investimentos, que rendeu a Juazeiro o reconhecimento nacional como a cidade que mais gerou empregos no país em determinado período, segundo dados do CAGED.


Marcos Carvalho, por sua vez, representa o retorno afetivo à terra natal. Após 20 anos na Europa, decidiu voltar e investir em Juazeiro, movido pelo apego ao povo e às raízes locais. Hoje, segue empreendendo e contribuindo com o desenvolvimento da cidade com ações práticas e visão moderna.


O próprio Jaime Badeca, narrador do texto, relembra sua caminhada no Direito, nas lutas coletivas e nos movimentos da sociedade civil, sempre com foco em um ideal: construir uma Juazeiro mais justa e promissora.


— “O que une essas histórias? O amor genuíno por Juazeiro. Não é amor de palavras, mas de realizações, de voltar para casa, de lutar e de cuidar”, pontua Jaime.


Apesar do título do artigo sugerir incerteza — Juazeiro: Amá-la ou não, eis a questão! —, Jaime esclarece: não há dúvida alguma para quem viveu e vive por essa cidade.


“Preocupa-nos, porém, ver a esperança se esvair em muitos juazeirenses, diante dos desafios recentes. Mas é justamente agora que precisamos reacender esse sentimento e acreditar em uma Juazeiro cada vez maior.”

O artigo encerra com um chamado à comunidade: amar Juazeiro é possível, necessário e urgente. Que os exemplos concretos de dedicação sirvam de inspiração para renovar a fé no potencial desta cidade que pulsa no coração do Sertão do São Francisco.


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