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PF faz operação contra prefeito Rodrigo Manga por suspeita de fraudes e lavagem de dinheiro em contratos da saúde

  • Foto do escritor: Marcelo Damasceno
    Marcelo Damasceno
  • 10 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

 PF cumpre mandados na casa do prefeito Rodrigo Manga e em igreja ligada à família. Investigação apura fraudes na saúde e lavagem de dinheiro com dinheiro vivo.
 PF cumpre mandados na casa do prefeito Rodrigo Manga e em igreja ligada à família. Investigação apura fraudes na saúde e lavagem de dinheiro com dinheiro vivo.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (10), uma grande operação contra um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a prefeitura de Sorocaba (SP). O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) foi um dos alvos de mandados de busca e apreensão, cumpridos em sua residência, na sede da prefeitura, na secretaria de Saúde e também na sede municipal do partido Republicanos.


A investigação teve início em 2022 e apura fraudes na contratação da Organização Social (OS) Instituto de Atenção à Saúde e Educação (lase), que recebeu contratos para administrar serviços de saúde pública no município. Segundo a PF, foram identificados indícios de lavagem de dinheiro, como depósitos em espécie, quitação de boletos e negociações imobiliárias suspeitas.


Um dos pontos centrais da investigação envolve uma igreja administrada pela cunhada do prefeito e seu marido, ambos identificados como “bispos”. A sede da igreja e a residência do casal também foram alvos das buscas. No local, os policiais encontraram uma caixa com grande volume de dinheiro em notas de R$ 50.


A operação mobilizou mais de 100 agentes e cumpriu 28 mandados de busca e apreensão em diversas cidades de São Paulo, incluindo Sorocaba, Votorantim, São Bernardo do Campo, Santos e Osasco, além de Vitória da Conquista (BA).

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e valores que somam até R$ 20 milhões, além de proibir a OS investigada de firmar novos contratos com o poder público.


Os investigados podem responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, peculato, contratação direta ilegal e frustração de licitação, segundo nota da Polícia Federal.



Por Marcelo Damasceno

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