Pernambuco acelera geração de empregos e registra saldo positivo de 3,2 mil vagas em março
- 29 de abr.
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O mercado de trabalho em Pernambuco segue em ritmo de recuperação e consolida um início de ano promissor. Em março de 2026, o estado gerou 3.287 empregos com carteira assinada, segundo dados do Caged, vinculados ao Ministério do Trabalho e Emprego.
O número representa uma inflexão relevante no comportamento do mercado, sobretudo quando comparado ao mesmo período do ano anterior, sinalizando avanço consistente na dinâmica econômica estadual.
O motor dessa expansão foi o setor de serviços, que sozinho respondeu por quase 6 mil novas vagas, refletindo a retomada da atividade econômica e do consumo. A construção civil também aparece como protagonista, impulsionada por obras públicas e investimentos estruturantes, enquanto o comércio manteve desempenho positivo, ainda que mais moderado.
A governadora Raquel Lyra atribui o resultado ao conjunto de ações voltadas à retomada do crescimento. Segundo ela, o avanço está diretamente ligado à execução de obras estratégicas e à ampliação de políticas públicas voltadas à infraestrutura e habitação.
No acumulado do ano, Pernambuco já soma 5.897 novos postos formais — mais que o dobro do registrado no mesmo intervalo de 2025 — o que reposiciona o estado entre os principais vetores de crescimento do Nordeste.
Outro dado que chama atenção é o recorte histórico: desde 2023, já são quase 189 mil empregos gerados, superando inclusive ciclos anteriores mais longos. Para a secretária de
Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, o cenário confirma a consolidação de um ambiente mais atrativo para investimentos e expansão produtiva.
Na mesma linha, o secretário Diogo Alexandre Gomes Neto enfatiza que o desafio agora é sustentar esse crescimento com qualificação da mão de obra, garantindo que as oportunidades geradas sejam efetivamente ocupadas.
O resultado de março não apenas reforça a tendência de crescimento, mas indica uma mudança de patamar na geração de empregos em Pernambuco, com impacto direto sobre renda, consumo e atividade econômica em todas as regiões do estado.
Por Marcelo Damasceno








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